24.9.09
Ainda as marcas
Reconhecimento de marca - palavra chave. Marca hoje em dia não é apenas um "desenho" estampado no produto da prateleira do supermercado. Marca é comportamento. E por ser comportamento são como pessoas. Possuem nome, endereço, passado, presente, futuro, personalidade, caráter, valores e reputação.
Assim como uma pessoa, você pode respeitar...gostar e até mesmo amar. Você pode tratá-la como aquele amigo íntimo ou apenas um mero conhecido do qual não faz questão de ver. Da mesma forma que você gosta de estar rodeado por certas pessoas gosta de estar rodeado por certas marcas. Pode depender sua existência nela todos os dias...ou não! Tê-las por perto como companheiras fiéis. Andam junto e estão lá sempre que precisar. Não deixam na mão...
Assim como uma pessoa, precisa se renovar e reinventar. Possui caráter e demanda integridade. Ela deve possuir a habilidade de entregar aquilo que propõe e conquistar pelo seu jeito de agir e pensar, seja em tempos facéis ou difíceis. Deve ser autêntica, destacando-se no meio da multidão...
E quando pifar, desapontar, der pra trás ou abandonar....ih! Ai fudeu! Ninguém é perfeito, mas dependendo de como a "DR" se desenrolar a gente não quer nem olhar na cara mais...
ainda as marcas
Qualidade lógico- se nao atende minhas expectativas nao comprarei mais. Pior ainda se tinha propaganda enganosa de que faria o que nao fez- ai nao só nao compro mais mas tb nao deixo ninguém mais comprar.
Preco/beneficio- nao gosto de produto muito caro a nao ser que seja extremamente especial. Nao compro uma bolsa de R$1000 se a de R$300 é tao bonita e boa quanto. Nao consumo marcas, consumos produtos. Na verdade me recuso a andar por ai com logotipo dos outros de graca.
Também me baseio muito na opiniao de amigos- se nunca comprei o produto vou perguntar para quem comprou. E dou minha opiniao tb. Nada melhor que a experiencia.
No geral sou ultra fiél ao que sei que funciona, dificilmente mudo de marca se minhas expectativas sao atendidas. Por exemplo, usei a mesma marca de desodorante por mais de 10 anos e só troquei pq eles tiraram o perfume que eu gostava de linha.
ainda as marcas
1 - Boa qualidade do produto/ serviço. Ponto.
2 - Comprovar a importância do produto/ serviço em minha vida. Caso não consiga provar essa importância, o produto tem que apelar aos meus sentidos (visão, audição, tato, paladar, olfato) e me suscitar outro tipo de relação não baseada em necessidade, mas sim na sheer fruição.
3 - Ser fácil e prático de manejar. É a facilidade de se usar um celular Nokia versus a “labirintização” burra da Motorola.
4- Cores, muitas cores. Cores – principalmente dentro do contexto cidade-asfalto-nublado-pretocinzachumboprata – chamam a minha atenção imediatamente. A Benetton é teoricamente interessante... [teoricamente, mas pára por aí]. Ao contrário da American Apparel e Uniqlo, por exemplo.
5 - Boas propagandas também podem ajudar. Gosto muito daquelas que não me dizem de cara a que vieram, como a da Smirnoff (purified), ou as da WWF. Elas me conduzem através de uma dramaturgia visual muito mais potente que números, letras cavalares e edição maluca. Odeio perceber que alguém está me forçando um tipo de leitura. Gosto muito das de perfume pela sinestesia proposta e pelo tom mais artístico.
6 – No entanto, por mais bonito, colorido, fácil que o produto/serviço seja, eu preciso sair da loja/ lugar dizendo: “Foi caro, mas valeu cada centavo pela qualidade em relação ao preço”.
Isso vai desde o meu laptop hp, internet móvel claro e Google Chrome até a minha bolsa Fred Perry, meus tênis Adidas, minhas calças H&M e meu patinho de borracha com a British Flag.
ilha deserta
- Uma caixa boa de ferramentas, pra não ficar que nem o trouxa do Tom Hanks cortando coco com patins de gelo.
- Uma barraca e um PUTA colchão com pelo menos cinco travesseiros. Sem isso não rola.
- Uma seleção de livros teóricos e cabeçudos que não consegui ler até hoje, junto com quadrinhos e romances pra dar um intervalo entre eles.
- Remédio pra dor de cabeça. Odeio. Tem que ser Cafi Aspirina. Uns Engov também rola.
- Havanettes pra caralho e um monte de tranqueira pra comer.
- Várias caixas de Johnnie Walker Blue Label. Já que é pra ficar sozinho, que pelo menos dê pra ficar mamado com estilo.
brilho nos olhos
Vamo lá:
- Napoleon Dynamite
- José Miguel Wisnik
- Seth MacFarlane
- Mano Brown
- P. Jota
- Paulo Vanzolini
- Panda Bear
- o cara do Mashable
And that's all for now, folks.
23.9.09
ócio criativo
Mas trabalhar com o que se gosta, com horários flexíveis e rodeado de amigos, também tem um efeito colateral: a gente quase sempre acaba ultrapassando os limites entre projetos e descanso, entre vida pessoal e vida profissional. Em São Paulo, onde todo mundo se mata tanto de trabalhar, isso é ainda mais inevitável. É engraçado falar sobre isso, porque justamente neste mês tomei uma decisão: me esforçar para separar as coisas, racionalizando na medida do possível o tempo entre os dois. Estou chegando mais cedo, saindo mais cedo e indo à academia três vezes por semana. Vou com a minha mulher, assim a gente já faz terapia juntos e curte esse tempo. Também tento não pensar mais em trabalho quando estou em casa (isso é meio difícil, mas a gente chega lá). Por enquanto, já surtiu efeito nos dois lados da balança: o tempo no trabalho rende mais e a cabeça fica mais tranquila depois.
Algumas coisas mudaram no trabalho também. A empresa cresceu e tomamos a decisão de instalar uma plataforma de gerenciamento de projetos. Esse troço realmente ajudou a gente a se organizar, definir prioridades e ter uma visão geral do tamanho da encrenca em que cada um tá metido. Essas duas coisas, me arrisco a dizer, fazem parte da mesma intenção: buscar formas de clarear nossa visão sobre nós mesmos e sobre quem está ao nosso redor e viver melhor.
Ilha deserta?
Prefiro adaptar o tema, pra algo que me leve ao mesmo raciocínio:
O que eu salvaria, em caso de incêndio?
Primeiro, o notebook. Não vivo sem. Minhas fotos, emails, registros de momentos felizes. Meu iphone, ipod, meu bonequinho do Einstein. Salvaria uma garrafa de Coca-Cola, nem zero e nem light, mas da comum, cheia de alegria e açúcar. Meus livros de arquitetura da informação, meus livros da Anne Rice e do Nick Hornby. Minha câmera e meu cobertor quentinho.
Com essas coisas em mãos, eu recomeço sem maiores problemas.
ilha deserta
ainda as marcas...
Pra mim imperdoável é um atendimento de pessima qualidade, errar todos erram, mas se atender o cliente rapidamente e resolver tudo, o problema passa sem você nem lembrar dele.
e as marcas...
Match my style: Adidas, Puma, Armadillo, BMW, Oakley
E as marcas?
A Ilha Deserta
Marcas e mais marcas
AINDA AS MARCAS...
Marca marca marca
marca aí
outras: nike, adidas, maria garcia, nokia, oi (nao gosto da operadora mas adoro a rádio, o multiplicidade, oi futuro e oi casa grande), marc jacobs, pixar, disney, alfaguara, livraria da travessa, sony bravia, lomo, comme des garçons, doritos, big bi sucos, zara, supermercados pioneiro (a-há), moleskine, unibanco ( como banco sucks. nem parece banco mas parece cinema), cervantes e talvez a coca-cola.


